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Botafogo escolhe Rafael Guanaes como plano A para o comando

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Reprodução / Instagram @mirassol

O Botafogo já se movimenta no mercado após o fim do trabalho de Davide Ancelotti e definiu Rafael Guanaes como principal alvo para assumir o comando técnico da equipe. O treinador, de 44 anos, teve destaque na temporada 2025 à frente do Mirassol, levando o clube paulista ao quarto lugar do Brasileirão e garantindo vaga direta na fase de grupos da próxima Libertadores.

Segundo apuração, ainda não houve contato oficial com o Mirassol nem com o técnico, que tem contrato renovado até o fim de 2026. Mesmo assim, Guanaes é visto internamente como um nome que se encaixa no perfil buscado pela SAF de John Textor, tanto pela metodologia de trabalho quanto pelo custo considerado viável.

O treinador tem boa aceitação dentro do departamento de futebol. Ele mantém relação próxima com o diretor Léo Coelho, com quem trabalhou no Athletico-PR entre 2019 e 2021, nas categorias sub-17 e sub-20. Além disso, conta com a aprovação de John Textor e da cúpula alvinegra.

A avaliação interna é de que Guanaes conseguiu extrair muito com um elenco limitado em 2025 e poderia implementar um modelo de jogo ofensivo e organizado no Botafogo. Do outro lado, pessoas próximas ao treinador indicam que ele vê com bons olhos a possibilidade de comandar um clube de maior expressão, entendendo o momento como um salto importante na carreira.

Na estreia do Mirassol na Série A, Guanaes somou 18 vitórias, 13 empates e apenas sete derrotas, números que consolidaram a campanha histórica do clube no Campeonato Brasileiro.

Apesar de Guanaes ser o plano A, outros nomes seguem em análise. John Textor mantém o hábito de avaliar opções no mercado internacional, mas o treinador brasileiro ganhou força nos bastidores. A intenção da SAF é definir o novo comandante o quanto antes para que ele esteja à frente da equipe na reapresentação, marcada para 4 de janeiro.

A saída de Davide Ancelotti foi motivada principalmente por divergências internas. A diretoria entendeu que mudanças na preparação física eram necessárias, especialmente diante do alto número de lesões musculares e do desgaste do elenco no fim da temporada. Davide discordou da decisão de demitir o preparador físico Luca Guerra, integrante de sua comissão técnica, o que acabou selando o encerramento do trabalho.

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